Oferendas para o Povo do oriente

Oferendas ao povo do oriente, linhas da Umbanda. Além das Linhas de Umbanda ou em outras palavras, além da divisão que nos dá aquelas 7 linhas.

Como se sabe, além das Linhas de Umbanda ou, em outras pa­lavras, além da divisão que nos dá aquelas 7 (sete) li­nhas da Umbanda, há uma outra, por influência dos Bantús (que eram mais liberais) e que nos diz ser a Umbanda dividida nas seguintes principais Linhas:
Linha de Santo ou Linha de Oxalá
Linha de Iemanjá
Linha do Oriente
Linha de Oxóssi
Linha de Xangô
Linha de Ogiim
Linha Africana

Primeira oferenda: Na areia de uma praia de mar, arma-se a seguinte oferenda:
Forra-se o chão com uma folha de papel branco e, por cima desta, uma outra de papel rosa;

A seguir, no centro, coloca-se uma maçã cortada ao meio;
Abre-se um maço de cigarros (barato de prefe­rência) e coloca-se à direita da maçã cortada, junta­mente com uma caixa de fósforos aberta (as cabeças voltadas para o lado oposto ao em que estiver o ofertante);
Finalmente, abre-se uma garrafa de vinho bran­co, colocando-se um pouco num copo de papel branco que deverá ser colocado à esquerda da maçã cortada ao meio;
Isto feito, faz-se, então a entrega da oferenda, pedindo-se o que deseja, devendo o pedido ser dirigido a qualquer das Entidades que pertencem às diversas Fa­langes da Linha do Oriente: Indús; Médicos e Cientis­tas; Árabes e Marroquinos, Japonêses, Chineses, Mon-góis e Esquimós; Egípcios, Aztecas e Incas; Maias e Tol- tecas; índios Caraibas, Gauleses, Romanos e Antigos Povos Europeus.

Para melhor orientação, darei, a seguir, quais as Falanges em que é dividida a Linha do Oriente e, bem assim, seus componentes e chefes espirituais.

A Linha do Oriente é divida nas 7 (sete) seguintes Falanges:

Falange dos Indús — chefiada por Zartu;
Falange dos Médicos e Cientistas — chefiada por José de Arimatéa;
Falange dos Árabes e Marroquinos, chefiada por Jimbaruê;
Falange dos Japoneses, Chineses, Mongóis e Es­quimós — chefiada por Ori do Oriente;
Falange dos Egípcios, Aztecas e Incas, chefiada por Inhoaraí;
Falange dos Maias e Toltecas — chefiada por Itaraiaci;
Falange dos índios Caraibas, Gauleses, Roma­nos e antigos povos Europeus — chefiada por Marcus, Imperador Romano.
Assim, ao ser feita a entrega da oferenda, o ofertante escolherá, antes, a Falange a que quer dirigí-la (cuja proteção ou interferência deseja) e, então, di­rige-se (mentalizando a entidade, logicamente), de pre­ferência ao chefe espiritual da mesma.

Segunda oferenda: Também na areia de uma praia de mar, arma-se a seguinte oferenda:

Abre-se uma folha de papel branco e estende- se no chão e, por cima dele, abre-se e estende-se uma folha de papel rosa;
Em cima desses papeis, coloca-se um ramo for­mado de 7 (sete) flores das que são conhecidas como Bastão de São José, amarrado com fitas cor de rosa;
A seguir, abre-se uma garrafa de vinho branco e despeja-se um pouco no local, salvando-se o Povo do Oriente e, em especial, a Entidade ou entidade ou Fa­lange (das que pertencem à Linha do Oriente a que se faz a Oferenda;
Finalmente, abre-se uma garrafa de champa­nha e, despejando-se em círculo, em volta da Oferen­da, salva-se novamente as mesmas Entidades e, então, faz-se o pedido que se quer.

Material necessário: 7 (sete) flores conhecidas como Bastão de São José, uma garrafa de vinho bran­co, uma garrafa de champanha, um pedaço de fita cor de rosa (meio metro mais ou menos), uma folha de 'papel branco e outra de papel (de seda).

Terceira oferenda: Na areia da beira de uma praia de mar, faz-se o seguinte:

No chão, abre-se uma folha de papel de seda branco e, em cima dele, uma outra de papel de seda rosa;
A seguir, formando um triângulo, acende-se 3 (três) velas apropriadas;
Feito isto, derrama-se, em volta, o conteúdo de um vidro de perfume essência de cravo;
Finalmente, circunda-se a oferenda, despejan­do-se em volta, em círculo, o conteúdo de uma garrafa de mel, a qual poderá ser pequena ou grande;
Depois de tudo isto, então, entrega-se a oferen­da, como nos casos anteriores. Não se deverá esquecer de, logo ao chegar ao local em que vai se fazer a oferenda, salvar-se o Povo do Oriente, assim como as enti­dades a que se tem de dirigir em especial.

Material necessário: Uma folha de papel de se­da branco e outra de papel de seda rosa; 3 (três) velas apropriadas; perfume essência de cravo; uma garrafa pequena cu grande de mel de abelha.

Quarta oferenda: Também na areia de uma praia de mar. Faz-se o seguinte:

Forra-se o chão com uma folha de papel de seda branco e, por cima dessa, uma outra de papel de seda rosa;
No centro, coloca-se uma vela branca, comum, de cera;
Em volta da vela, coloca-se, formando um círculo sete caixas de fósforos abertas (as cabeças voltadas para o centro da oferenda) e, sobre essas caixas de fósforos (um em cima de cada uma das caixas de fósforos), co­loca-se sete charutos de boa qualidade;
A seguir, ao lado e ainda sobre os papeis com que se tenha forrado o chão, coloca-se uma garrafa de vinho branco;
Isto feito, espalha-se, em volta, também forman­do um círculo, algumas flores brancas (rosas, dálias, crisântemos, etc.);
Finalmente, cerca-se tudo despejando-se o vinho branco e colocando a garrafa, de novo, onde já se a havia posto;
E finalmente, faz-se a entrega da oferenda, como nos casos anteriores, acendendo-se, para isso, a vela.

Material necessário:
1 vela branca, comum, de cera; 7 (sete) charutos de boa qualidade; 7 (sete) caixas de fósforos; 1 garrafa de vinho branco;
Flores bran­cas (rosas, dálias, crisântemos, etc.), uma folha de pa­pel de seda branco e outra de papel de seda rosa.

Quinta oferenda: Na areia de uma praia de mar, como as anteriores, faz-se o seguinte:
No chão, coloca-se dois triângulos feitos de papel, sendo um de papel de seda branco e o outro de pa­pel de seda rosa (esses triângulos de papel devem ser equiláteros, isto é, terem os três lados iguais formando um signo de Salomão, ou seja, uma estrela de seis pon­tas; o triângulo branco deverá ficar por baixo;

No centro desse signo de Salomão formado por esses 2 triângulos de papel de seda, coloca-se a caixa de fósforos e, por cima dela, o charuto aceso;
Firma-se as seis pontas do signo de Salomão formado pelos triângulos de papel de seda, com o mel de uma garrafa, que poderá ser pequena ou grande e que deverá ser colocada ao lado da oferenda e fora dela;
Finalmente, como nos casos anteriores, faz-se a entrega da oferenda e o pedido que se quer.

Material necessário:
Papel de seda branco e pa­pel de seda rosa;
Caixa de fósforos, um charuto de boa qualidade e uma garrafa de mel de abelha.

Sexta oferenda: Na areia de uma praia de mar, arma-se a oferenda da seguinte forma:
No chão, coloca-se um círculo de papel de seda branco e, em cima dele, um triângulo de papel de seda rosa;
Por cima do triângulo de papel de seda rosa, bem no meio, coloca-se uma taça de cristal ou de vidro de ótima qualidade;
Isto feito, acende-se as velas e, logo depois, abre-se a garrafa de vinho branco e despeja-se o vi­nho, primeiramente dentro da taça e, a seguir, desde a base da oferenda até a praia, onde se deixa ficar a gar­rafa que deverá estar já vazia;
Aí, então, faz-se a entrega da oferenda, pedin­do-se o que se quer.

Material necessário:
Papel de seda branco; pa­pel de seda rosa;
Uma taça de cristal ou de vidro de óti­ma qualidade;
7 (sete) velas comuns, brancas, de cera;
Uma garrafa de vinho branco de ótima qualidade.
Obs.: Nas oferendas do Povo do Oriente, bem co­mo em quaisquer outras oferendas em que se empre­guem charutos, deverão ser eles de boa qualidade e, ao serem colocados, deverão ser, antes, retirados dos invólucros em que são acondicionados.

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